[histórico]Quase epílogo da Continue
O tempo que este blog ficou sem atualizações (quase três meses) denuncia o trabalho que tivemos nesta reta final da Continue. Nunca imaginei que editar uma revista fosse tão complicado. Para passar uma idéia mais clara de tudo: enquanto escrevo este texto, estamos fechando a Continue. Falta pouquíssima coisa, claro, mas ainda assim falta.
Vimos cair por terra de maneira estrondosa nossa intenção de entregar o TCC na primeira data, em outubro. Já estamos até nos conformando em entregá-lo apenas no prazo extra concedido, o que nos dá dois dias a mais pra fechar de vez a Continue e mandá-la pra gráfica.
Aponto dois fatores para todo este aperto: falta de organização e inexperiência. Mesmo estabelecendo prazos e elaborando um cronograma, muitos textos chegaram atrasados. Para complicar ainda mais a situação, novidades sobre outras pautas surgiram de última hora, obrigando-nos a voltar a textos já fechados e efetuar as mudanças.
Pela parte da falta de experiência, foram pequenos detalhes que culminaram no grande atraso. Problemas com gráfica e dificuldade do grupo em adequar os textos para o formato revista são os principais reflexos disso.
Como síntese de tudo o que aconteceu e, de certa maneira, da própria revista Continue, destaco a situação que tivemos com a capa da publicação. Fomos deixando como um assunto para resolver sempre depois e quando nos demos conta faltava pouco mais de um mês para entrega do trabalho. Felizmente, o grupo já tinha algumas idéias conceituais e o André já vinha pesquisando imagens de referência. Encomendamos então uma ilustração que acabou não agradando o orientador Celso Unzelte. Assim, no dia seguinte, fizemos uma espécie de brainstorm intensivo na minha casa (sim, resistimos à tentação dos videogames há menos de um metro na estante da sala) e bolamos uma idéia nova, relativamente simples de executar. Dois dias e dezenas de e-mails depois o André resolveu um problema, de maneira simples até.
Resumo da ópera: se tivéssemos nos organizado e cuidado da capa antes, não teria sido o problemão que foi, mas apenas mais um assunto a se resolver.
Ainda assim, tenho certeza de que o trabalho está excelente. Obviamente não é a revista que eu sonhava há um ou mais anos atrás. Porém, algo que aprendi é que uma revista é um produto resultante de diferentes percepções sobre ela própria. Tenho certeza de que o Alexei, o André e o Gustavo também imaginavam a Continue de uma maneira totalmente diferente.
Espero que um dia tenha a oportunidade de fazer uma segunda edição da Continue. E quem sabe uma terceira, quarta, quinta...

1 Comments:
At 3:29 PM,
Viga said…
Saudações, encontrei sua postagem pesquisando por "problemas com gráfica".
O texto me deixou curioso, onde encontro a revista Continue para leitura? Vocês também a disponibilizaram em formato eletrônico?
Grato,
João Vítor Carvalho
I9 - Soluções em Comunicação
www.i9consultoria.com
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